Jan
A Mulher Chorona
Havia em uma aldeia uma senhora chamada de “mulher chorona” pois todos os dias, chovendo ou fazendo sol, ela sempre estava chorando.
Ela vendia bolinhos na rua, e um monge sempre passava por ela quando ia ao templo para os ritos.
Um dia, curioso, ele lhe perguntou:
- Sempre que passo, seja em belos dias ensolarados, seja em suaves dias chuvosos, vejo a senhora chorando. Por que isso acontece?
- Tenho dois filhos,- ela respondeu – Um faz delicadas sandálias, o outro guarda-chuvas. Quando faz sol, penso que ninguém comprará os guarda-chuvas de meu filho, e ele e sua família vão passar necessidades. Quando chove, penso no meu filho que faz sandálias, e que ninguém vai comprá-las. Então ele também vai ter dificuldade para sustentar sua família.
O monge sorriu e disse:
- Mas… a senhora deveria ver as coisas da forma correta. Veja: quando o sol brilha, seu filho que faz sandálias venderá muito, e isso é muito bom! Quando chove, seu filho que faz guarda-chuvas venderá muito, e isso é também muito bom!
A velha olhou-o com alegria e exclamou: Tem razão!
Desde então a velha passou todos os dias, chovendo ou fazendo sol, sorrindo feliz.
Mensagens:
Uma fabula de natal by Poemas on March 31st, 2007
Ivan achava o Natal uma festa sem sentido.
As Grandes Pedras da Jarra by Poemas on January 9th, 2007
Geraldo, um professor de ciências, queria provar um conceito aos seus alunos.
A Prece e as Crianças by Poemas on February 28th, 2007
Um pastor protestante, depois de constituir família, não tinha mais tranqüilidade para orar.
Saudades de meu pai by Poemas on July 23rd, 2007
Saudades de meu pai
Marta Green
Falar sobre pai é falar de amor.
Quero ser um televisor by Poemas on March 1st, 2007
A professora Sônia pediu aos alunos que escrevessem uma redação dizendo o que eles gostariam que Deus fizesse em suas vidas.
Pintura do filho by Poemas on March 31st, 2007
Seu Lourenço, um homem muito rico e seu filho Artur, eram apaixonados por obras de arte.
A Fortuna e o Mendigo by Poemas on February 28th, 2007
Um dia, um mendigo estava se arrastando de casa em casa, carregando uma malinha velha.
